domingo, 10 de março de 2013

conto de Franklin e Alanna, parte 6, fim!

    Na manhã de sábado ela acordou e viu que Franklin ainda dormia.
Olhou o relógio. Passava um pouco das 8 horas. Sentia
vontade de fazer xixi e dessa vez não teve dificuldade para usar a
fralda. Ajoelhou-se na cama, deixando acontecer. Não sabia se esperava
ele acordar ou se tomaria a iniciativa de chamá-lo para avisar o que
tinha feito. Deitou de novo e pôs a chupeta na boca. Um tempo depois,
Franklin acordou.

    - Bebezinha, já está acordada? E mais uma vez, por que não chamou?

    - Ah, é que você estava dormindo e achei que...

    - Nada disso! - Ele a interrompeu. - Quando acorda tem que avisar
papai não importa a hora. Ai ai ai, acho que alguém vai levar
palmadinhas no bumbum. - Disse dando tapinhas de leve por cima da fralda
de Alanna.

    - Ai, só porque eu queria deixar papai dormir mais um pouquinho?

    - Brincadeira, amorzinho... mas da próxima vez, já sabe. Acordou,
avisa. Agora vamos nos arrumar que vou te levar pra passear!

    - Sério? - Disse ela, sentando-se na cama. - E para onde vamos?

    - Pensei em irmos ao shopping. Lá podemos fazer várias coisas...

    - Bom, então quer dizer que a brincadeira acabou e vou voltar a ser
adulta novamente?

    - Aos olhos dos outros sim, mas pra mim, ainda vai ser minha
bebezinha.

    - Como assim? Explica direito.

    - Bem, Você vai com as roupas normais de adulta, mas com uma fralda
por baixo e claro, sem as jóias.

    - Tem certeza que isso vai dar certo? Tenho medo que alguém note
algo...

    - Não vai acontecer. Está frio, então você usará roupas bem
quentes e grossas e aí ninguém poderá imaginar.

    - Adorei a idéia! Você é um gênio...

    - Ah, acha que eu ia perder a oportunidade de passear com minha
fofinha? Só os outros que não precisam saber do nosso segredo.

    Eles se abraçaram.

    - Vamos trocar essa fraldinha que deve estar toda molhada?

    Dessa vez ela não sentiu vergonha quando ele falou assim e até já
gostava. Franklin tirou a fralda, deu-lhe um banho rápido e vestiu com
uma calça jeans bem grossa, uma blusa de lã e um casaco largo que
tampava até parte das pernas. Agora seu segredo estava bem guardado.
Prendeu o cabelo dela em um rabo de cavalo no alto da cabeça.

    - Perfeito! Está com a aparência de uma adulta normal e só eu sei
que é minha bebezinha! - Disse franklin pegando- a no colo e rodando-a

    - Pára que eu fico tonta!

    - Tá legal, não é bom um bebê ficar tonto mesmo..

Ele a pôs no chão e foi cuidar do café. Preparou para ela um delicioso
mingau de chocolate e alguns biscoitos.

    - Por enquanto é isso que vai comer, mas lá no shopping poderá fazer
lanches normais, mas não se acostume, pois é só hoje.

    - Eeebaaa, então vou poder comer o que eu quiser?

    - Calma aí, também não é assim. Vai poder comer algumas coisas
diferentes sim, mas com moderação. Lembre-se, você só tem 1 aninho!

- Bom, pelo menos estarei livre de sopinhas.

    - Garotinha, garotinha... ó que eu desisto de ir. - Disse ele dando
mais um tapinha no bumbum de Alanna.

    - Brincadeirinha, papai! Você é mau...

    - Não, só sei o que é melhor pra minha filhota! Agora vamos...

    Franklin pegou a chave do carro, tomou a esposa pela mão e ambos
saíram. Em 15 minutos chegaram no shopping. Alana tentava esconder a
preocupação que sentia de mesmo que estivesse usando toda aquela roupa,
alguém suspeitasse que ela usava uma fralda ou ouvisse o barulho.
passaram por algumas lojas e como ela não poderia provar roupas, nem se dava
ao trabalho de ficar olhando muito para estas. O marido não quis perder
a oportunidade de fazer uma brincadeirinha e quando ninguém estava por
perto, se abaixou próximo ao ouvido dela e falou:

    - Já sei, quando eu não quiser que você torre o meu cartão de
crédito vou te trazer de fralda pro shopping!

    - Seu bobo! - disse ela, dando-lhe um tapa na mão.

    - Olha, olha, não bate no papai ou nós vamos conversar quando
chegarmos em casa!

    - Ei, pare com isso, alguém pode ouvir!

    - Claro que não, estamos só nós aqui.

    Continuaram andando até que Alanna viu a lanchonete de que mais
gostava.

    - Olha só, posso pegar um lanche ali? Eu adoro aquele lugar!

    - Será que eles servem coisas naturais? é melhor.

- Mas amor, que exagero... não acha que está indo longe demais?

    - é só hoje... quando vier aqui e não estiver brincando pode comer o
que quiser, mas agora vamos procurar algo bem leve pra não te fazer mal.

    Alanna fez seu famoso biquinho.

    - Olha, mais tarde, pra você não dizer que sou tão mau assim eu te
deixo tomar um milk-shake. que tal?

    - Oba, aí melhorou!

    Entraram na lanchonete e Franklin pediu um sanduíche natural e um
suco de laranja para cada. Após terminarem de comer resolveram dar uma
olhada nos filmes que estavam passando. Decidiram assistir um desenho
que começaria dentro de 40 minutos. Alanna achou meio estranho os dois
estarem esperando para assistir esse tipo de filme sem crianças, mas viu
que também haviam vários casais ali. Lá pelas tantas, um rapaz
falou:

    - Vão assistir esse filme? é a segunda vez que venho com minha
esposa... ele é muito engraçado, vocês vão se matar de rir!

    - Ah, que legal! - Respondeu Franklin. - Para nós é a primeira...

    - Ainda bem que desenhos servem para todas as idades, porque eu
adoro! - Disse a mulher do rapaz.

    - Eu também! - Respondeu Alanna.

    - Vocês não tem filhos? - A mulher perguntou.

    - Não, somos só eu e meu marido...

    - Hum, que coisa... nós também...

    - Gente, o filme já está para começar! - Interrompeu Franklin.

    Os dois casais entraram e se sentaram, Franklin e Alanna em uma
fileira e o rapaz e a moça logo à frente.
    Realmente foi como o outro havia dito. Todo mundo se matou de rir
durante o filme. Ao final, Alanna não se aguentava mais. Sentia até
vontade de fazer xixi e deu graças por estar de fralda e não ter que
enfrentar a fila que provavelmente se formaria na porta do banheiro.
Aliviou-se ali mesmo na cadeira. Como a fralda que usava era bem grossa,
teve certeza de que não vasou. Na saída do cinema, Franklin falou:

    - O que quer fazer agora?

    - Bom, podíamos jogar boliche, há tempos não fazemos isso!

    - Está bem, vamos então.

    Foram para a pista e ficaram jogando por umas boas horas até que
Alanna sentiu vontade de fazer o número 2 e obviamente não faria ali na
frente de todos. Isso seria demais. Então chamou o marido e disse:

    - Vamos pegar o milk-shake e voltar para casa? Estou cansada...

    - Certo, mas algum problema, meu anjo?

    - Depois te explico, agora vamos, por favor.

    Saíram do salão de jogos, foram até o lugar onde pegaram o que ela
queria e tomaram o rumo do carro. Quando tomou os primeiros goles do
milk-shake sentiu a barriga apertar mais ainda e não deu mais para
segurar. Encheu a fralda ali mesmo na porta do carro e para sua sorte,
não tinha ninguém por perto. Ao sentir o cheiro, franklin disse:

    - Hum, pelo jeito, papai vai ter um trabalhinho extra pra fazer
quando chegar em casa, né?

    - Ah, ainda bem que saímos logo de lá... mais um pouco e eu teria
passado vergonha!

    - E o que achou da experiência? Sairia desse jeito outras vezes?

    - Claro, é mais seguro e pra dizer a verdade gostei de não ter que
pegar fila pra me aliviar principalmente na saída do cinema.

    - ótimo!

    Quando chegaram em casa, Franklin tirou a fralda suja de Alanna, deu
um longo banho e já vestiu-lhe o pijama. Antes de dormir, como ela tinha comido bastante coisas, só recebeu uma mamadeira de chocolate.

No domingo ficaram em casa, curtindo mais um pouco a brincadeira. Ao
final do dia, quando tudo acabou, ambos concordaram que amaram a
experiência e prometeram fazer mais vezes, sempre que tivessem um tempo
livre.



Fim da historinha! rsrs e aí, gostaram?

2 comentários:

Kuran disse...

Esta muito legal ! Mas nao entendi, o titulo diuz " Parte 6 - FIM " mas depois, em baixo do conto, esta continua !! @_@

Mayra disse...

acabei de ver aqui e não diz continua, diz fim mesmo rsrsrs