domingo, 10 de março de 2013

conto de Franklin e Alanna, parte 6, fim!

    Na manhã de sábado ela acordou e viu que Franklin ainda dormia.
Olhou o relógio. Passava um pouco das 8 horas. Sentia
vontade de fazer xixi e dessa vez não teve dificuldade para usar a
fralda. Ajoelhou-se na cama, deixando acontecer. Não sabia se esperava
ele acordar ou se tomaria a iniciativa de chamá-lo para avisar o que
tinha feito. Deitou de novo e pôs a chupeta na boca. Um tempo depois,
Franklin acordou.

    - Bebezinha, já está acordada? E mais uma vez, por que não chamou?

    - Ah, é que você estava dormindo e achei que...

    - Nada disso! - Ele a interrompeu. - Quando acorda tem que avisar
papai não importa a hora. Ai ai ai, acho que alguém vai levar
palmadinhas no bumbum. - Disse dando tapinhas de leve por cima da fralda
de Alanna.

    - Ai, só porque eu queria deixar papai dormir mais um pouquinho?

    - Brincadeira, amorzinho... mas da próxima vez, já sabe. Acordou,
avisa. Agora vamos nos arrumar que vou te levar pra passear!

    - Sério? - Disse ela, sentando-se na cama. - E para onde vamos?

    - Pensei em irmos ao shopping. Lá podemos fazer várias coisas...

    - Bom, então quer dizer que a brincadeira acabou e vou voltar a ser
adulta novamente?

    - Aos olhos dos outros sim, mas pra mim, ainda vai ser minha
bebezinha.

    - Como assim? Explica direito.

    - Bem, Você vai com as roupas normais de adulta, mas com uma fralda
por baixo e claro, sem as jóias.

    - Tem certeza que isso vai dar certo? Tenho medo que alguém note
algo...

    - Não vai acontecer. Está frio, então você usará roupas bem
quentes e grossas e aí ninguém poderá imaginar.

    - Adorei a idéia! Você é um gênio...

    - Ah, acha que eu ia perder a oportunidade de passear com minha
fofinha? Só os outros que não precisam saber do nosso segredo.

    Eles se abraçaram.

    - Vamos trocar essa fraldinha que deve estar toda molhada?

    Dessa vez ela não sentiu vergonha quando ele falou assim e até já
gostava. Franklin tirou a fralda, deu-lhe um banho rápido e vestiu com
uma calça jeans bem grossa, uma blusa de lã e um casaco largo que
tampava até parte das pernas. Agora seu segredo estava bem guardado.
Prendeu o cabelo dela em um rabo de cavalo no alto da cabeça.

    - Perfeito! Está com a aparência de uma adulta normal e só eu sei
que é minha bebezinha! - Disse franklin pegando- a no colo e rodando-a

    - Pára que eu fico tonta!

    - Tá legal, não é bom um bebê ficar tonto mesmo..

Ele a pôs no chão e foi cuidar do café. Preparou para ela um delicioso
mingau de chocolate e alguns biscoitos.

    - Por enquanto é isso que vai comer, mas lá no shopping poderá fazer
lanches normais, mas não se acostume, pois é só hoje.

    - Eeebaaa, então vou poder comer o que eu quiser?

    - Calma aí, também não é assim. Vai poder comer algumas coisas
diferentes sim, mas com moderação. Lembre-se, você só tem 1 aninho!

- Bom, pelo menos estarei livre de sopinhas.

    - Garotinha, garotinha... ó que eu desisto de ir. - Disse ele dando
mais um tapinha no bumbum de Alanna.

    - Brincadeirinha, papai! Você é mau...

    - Não, só sei o que é melhor pra minha filhota! Agora vamos...

    Franklin pegou a chave do carro, tomou a esposa pela mão e ambos
saíram. Em 15 minutos chegaram no shopping. Alana tentava esconder a
preocupação que sentia de mesmo que estivesse usando toda aquela roupa,
alguém suspeitasse que ela usava uma fralda ou ouvisse o barulho.
passaram por algumas lojas e como ela não poderia provar roupas, nem se dava
ao trabalho de ficar olhando muito para estas. O marido não quis perder
a oportunidade de fazer uma brincadeirinha e quando ninguém estava por
perto, se abaixou próximo ao ouvido dela e falou:

    - Já sei, quando eu não quiser que você torre o meu cartão de
crédito vou te trazer de fralda pro shopping!

    - Seu bobo! - disse ela, dando-lhe um tapa na mão.

    - Olha, olha, não bate no papai ou nós vamos conversar quando
chegarmos em casa!

    - Ei, pare com isso, alguém pode ouvir!

    - Claro que não, estamos só nós aqui.

    Continuaram andando até que Alanna viu a lanchonete de que mais
gostava.

    - Olha só, posso pegar um lanche ali? Eu adoro aquele lugar!

    - Será que eles servem coisas naturais? é melhor.

- Mas amor, que exagero... não acha que está indo longe demais?

    - é só hoje... quando vier aqui e não estiver brincando pode comer o
que quiser, mas agora vamos procurar algo bem leve pra não te fazer mal.

    Alanna fez seu famoso biquinho.

    - Olha, mais tarde, pra você não dizer que sou tão mau assim eu te
deixo tomar um milk-shake. que tal?

    - Oba, aí melhorou!

    Entraram na lanchonete e Franklin pediu um sanduíche natural e um
suco de laranja para cada. Após terminarem de comer resolveram dar uma
olhada nos filmes que estavam passando. Decidiram assistir um desenho
que começaria dentro de 40 minutos. Alanna achou meio estranho os dois
estarem esperando para assistir esse tipo de filme sem crianças, mas viu
que também haviam vários casais ali. Lá pelas tantas, um rapaz
falou:

    - Vão assistir esse filme? é a segunda vez que venho com minha
esposa... ele é muito engraçado, vocês vão se matar de rir!

    - Ah, que legal! - Respondeu Franklin. - Para nós é a primeira...

    - Ainda bem que desenhos servem para todas as idades, porque eu
adoro! - Disse a mulher do rapaz.

    - Eu também! - Respondeu Alanna.

    - Vocês não tem filhos? - A mulher perguntou.

    - Não, somos só eu e meu marido...

    - Hum, que coisa... nós também...

    - Gente, o filme já está para começar! - Interrompeu Franklin.

    Os dois casais entraram e se sentaram, Franklin e Alanna em uma
fileira e o rapaz e a moça logo à frente.
    Realmente foi como o outro havia dito. Todo mundo se matou de rir
durante o filme. Ao final, Alanna não se aguentava mais. Sentia até
vontade de fazer xixi e deu graças por estar de fralda e não ter que
enfrentar a fila que provavelmente se formaria na porta do banheiro.
Aliviou-se ali mesmo na cadeira. Como a fralda que usava era bem grossa,
teve certeza de que não vasou. Na saída do cinema, Franklin falou:

    - O que quer fazer agora?

    - Bom, podíamos jogar boliche, há tempos não fazemos isso!

    - Está bem, vamos então.

    Foram para a pista e ficaram jogando por umas boas horas até que
Alanna sentiu vontade de fazer o número 2 e obviamente não faria ali na
frente de todos. Isso seria demais. Então chamou o marido e disse:

    - Vamos pegar o milk-shake e voltar para casa? Estou cansada...

    - Certo, mas algum problema, meu anjo?

    - Depois te explico, agora vamos, por favor.

    Saíram do salão de jogos, foram até o lugar onde pegaram o que ela
queria e tomaram o rumo do carro. Quando tomou os primeiros goles do
milk-shake sentiu a barriga apertar mais ainda e não deu mais para
segurar. Encheu a fralda ali mesmo na porta do carro e para sua sorte,
não tinha ninguém por perto. Ao sentir o cheiro, franklin disse:

    - Hum, pelo jeito, papai vai ter um trabalhinho extra pra fazer
quando chegar em casa, né?

    - Ah, ainda bem que saímos logo de lá... mais um pouco e eu teria
passado vergonha!

    - E o que achou da experiência? Sairia desse jeito outras vezes?

    - Claro, é mais seguro e pra dizer a verdade gostei de não ter que
pegar fila pra me aliviar principalmente na saída do cinema.

    - ótimo!

    Quando chegaram em casa, Franklin tirou a fralda suja de Alanna, deu
um longo banho e já vestiu-lhe o pijama. Antes de dormir, como ela tinha comido bastante coisas, só recebeu uma mamadeira de chocolate.

No domingo ficaram em casa, curtindo mais um pouco a brincadeira. Ao
final do dia, quando tudo acabou, ambos concordaram que amaram a
experiência e prometeram fazer mais vezes, sempre que tivessem um tempo
livre.



Fim da historinha! rsrs e aí, gostaram?

sexta-feira, 8 de março de 2013

conto de Franklin e Alanna! parte 5

    Um pouco mais tarde ela acordou e, meio mole, olhou no celular que
estava em cima da mesa de cabeceira e viu que eram quase 4 horas. Sentia
muita vontade de fazer xixi devido à mamadeira que tinha tomado e se
lembrou que usava uma fralda, mas não conseguia fazer. Pensou que se só
dessa vez usasse o banheiro não haveria problema, a final não estava
acostumada. Depois falaria com Franklin. Levantou-se e tomou o rumo do
banheiro, mas quando estava quase chegando lá, encontrou-o no corredor.

    - Ih, parece que a bebezinha já acordou, né? E por que não chamou o
papai? - Disse ele segurando Alanna pelas mãos.

    - é que estou com muita vontade de fazer xixi mas não consigo fazer
na fralda e pensei que só dessa vez podia usar o banheiro...

    - Mas meu amor, a fralda serve pra isso mesmo e se você usa uma, é
nela que tem que fazer, porque um bebê é assim.

    - Mas não vai... eu não consigo...

    - Consegue sim, quer ver?

    Ele a levou de novo pra cama e deitou-a de barriga para cima. Ficou
massageando-lhe a região da bexiga e brincando com ela afim de
distraí-la. Como já estava bem apertada, não demorou muito para que
sentisse o líquido quente enchendo a fralda. Sua primeira reação foi
corar de vergonha por estar fazendo algo que não era comum a uma
mulher da sua idade e isso a fez encher os olhos de lágrima. Quando
Franklin viu, começou a dizer:

    - O que foi? Por que a neném tá chorando? Já fez, foi? Não precisa
chorar, papai vai trocar essa fraldinha pra minha fofinha não se assar e
depois tem a surpresa, lembra?

    Nessa hora ela parou de chorar e abriu um sorriso.

    - Isso, é assim que papai gosta! Uma bebezinha tão linda como essa
não precisa ficar tristinha, né?

    Ele então pegou o que ia precisar para a troca e começou a levantar
o vestido de Alanna. Logo após, abriu a fralda e viu que estava bem
molhada.

    - Hum, tava com bastante vontade mesmo, hein? - Disse isso e começou
a fazer cóssegas na barriga dela.

    Alanna riu como uma criança.

    - aaah, que risada gostosa! Bom, vamos terminar logo porque sei
que tem alguém aqui louca pra ganhar a surpresa...

    Ele então limpou-a com lenços umedecidos, depois passou a pomada, o
talco e pôs a outra fralda.

    - Pronto, agora vamos pra cozinha.

    Pegou-a no colo e foram. Lá chegando, Franklin sentou-a em uma
cadeira e começou a preparar uma mamadeira de chocolate quente do jeito
que ela gostava. Quando viu aquilo, a "bebezinha" ficou com água na
boca.

    - Que surpresa boa, hein? Eu amei!

    - Que ótimo! Viu como as bebês boazinhas acabam sendo recompensadas?

    Ele a levou para o sofá e deu-lhe a mamadeira,
segurando-a. Quando Alanna terminou de mamar ele disse:

    - Agora tem que arrotar. - E colocou-a sentada em seu colo.

    - Han? Você sabe que eu morro de vergonha, isso é falta de educação!

    - Não para um bebê. Agora vamos, arrote pra não doer a
barriguinha depois.

    Começou a dar tapinhas de leve nas costas dela até que ela fez
o que ele pediu.

    - Ok, muito bem! Agora vamos brincar um pouco até a hora do seu
banhinho.

    Brincaram de pega-pega e esconde-esconde como duas crianças. Alanna
viu o quanto o marido se divertia. Não lembrava de tê-lo visto tão feliz
em todo tempo que eram casados. Ele parecia se esquecer de que na
realidade era sua esposa, uma adulta de 26 anos de idade que estava ali
brincando como uma bebê de 1 aninho. Ficaram horas assim até que Alanna
sentiu a barriga apertar, dessa vez para fazer o número 2. A vergonha
tomava conta só de pensar na sensação de ter algo mal cheiroso em sua
fralda. O que Franklin ia dizer? Será que aí ele não ficaria com nojo?
Tentou segurar o máximo que pôde, mas as cólicas aumentavam a cada
minuto e já não dava mais para controlar. O cocô começou a encher-lhe a
fralda e Alanna se pôs a chorar de vergonha, pânico, tudo misturado.
Franklin vendo aquilo tomou-a nos braços e perguntou:

    - O que houve? é alguma dor que está sentindo?

    Ela não conseguia responder, apenas olhava pra baixo.

    Ele então puxou-a para mais perto e falou:

    - Hum, que cheirinho é esse, hein? Será que tem uma bebezinha aqui
que precisa ser trocada?

    Nesse instante ela sentiu mais vergonha ainda e queria se esconder.
Chorou mais alto.

    - Calma, meu amor, não foi nada, vamos lá tomar um banhinho, já
estava na hora mesmo... não precisa ficar com vergonha, viu? Papai te
ama muito, ainda que esteja com caquinha.

    Ela achou engraçado o comentário e acabou rindo por cima das
lágrimas.

    - Quem é a neném linda do papai? - Franklin perguntou fazendo
cóssegas no pescoço de Alanna.

    - E-eu? - Respondeu ela meio sem graça.

    - Claro que é você. E quem mais seria? hum?

    Sem mais delongas ele a deitou de novo e começou a despi-la para o
banho. Tirou o vestido e com todo cuidado, abriu as fitas da fralda.

    - Nossa, neném esvaziou a barriguinha! - Disse, limpando-a com a
frente da fralda e depois com um monte de lenços umedecidos.

    Levou-a para o banheiro, encheu a banheira e enquanto a lavava,
deu-lhe alguns brinquedos para brincar na água. Alanna nunca teve uma
hora de banho tão divertida. Ambos se molharam. Quando terminaram,
Franklin vestiu nela um pijama com desenho de ursinhos e deixou que
assistisse mais um pouco de desenhos até ele preparar o jantar que era
outra sopa só que com feijão e alguns pedacinhos de frango desfiado. Alanna
comeu, ficou mais um pouco no colo, ele contou-lhe histórias e ela
acabou adormecendo com a chupeta na boca.

Continua! na parte 6 eles vão dar um passeio!

quinta-feira, 7 de março de 2013

conto de Franklin e Alanna, parte 4!

    Na manhã seguinte foi Franklin que acordou primeiro. Levantou-se e
carinhosamente chamou a esposa.

    - Acorde, minha bebezinha, hoje você ainda precisa trabalhar. -
Disse, fazendo cóssegas de leve no pescoço de Alanna para não
assustá-la.

    Ela respondeu sem abrir os olhos:

    - Hein? Já amanheceu? E você não vai trabalhar não?

    - Não, como hoje é sexta e tenho coisas melhores pra fazer, vou
ligar lá na empresa e pedir pro Carlão tomar conta lá pra mim, aí ficamos
com o final de semana todo livre.

    Franklin era um dos sócios do lugar onde trabalhava, sendo assim, às
vezes podia tirar um dia de folga. Costumava fazer isso às sextas quando
queria passar um tempo mais com Alanna. Já ela não tinha tanta sorte
assim, mas podia fazer só o turno da manhã. Sua patroa era também amiga
e não se importava de deixar a funcionária livre em algumas tardes de
sexta.
    Levantaram-se e enquanto Alanna foi se arrumar para o trabalho,
Franklin resolveu preparar o primeiro café da manhã que ia dar à sua
nova "bebezinha". Fez uma enorme xícara de cereal com leite e ficou
esperando-a sair do banheiro. Quando ela apareceu na porta, toda
perfumada e pronta pro batente ele disse, em tom de brincadeira:

    - Nossa, pra uma bebezinha a senhora está vestida de forma muito
adulta.

    - Seu bobo... - Ela respondeu indo até ele e abraçando-o. - Mas
ainda não é hora, só depois do almoço.

    - A é... e tem as compras que vou fazer hoje, me aguarde!

    - Nossa, estou ansiosa...

    - Te acalme. Enquanto isso, sente-se aqui que vou te dar seu café da
manhã pra que não se atrase.

    Alanna se sentou e ele lhe tratou na boca com o cereal que tinha
preparado. Depois, despediu-se dela com um beijo e cada um tomou seu
rumo. Ela pro serviço e ele pras compras.

    A moça passou a manhã toda nervosa, mas tentava prestar total
atenção ao trabalho para que o tempo corresse. Queria chegar logo em
casa para aproveitar o resto do dia com o marido. Quando deu a hora do
almoço apenas deu um tchauzinho de longe para a chefe, pegou suas
coisas, trancou o armário e saiu o mais rápido que pôde.
    Ao chegar em casa, guardou o carro na garagem e entrou. O marido
ainda não estava, então ela resolveu usar um pouco a internet até
ele aparecer.

    13:30 da tarde. A ansiedade da mulher já estava nas alturas quando
ela ouviu o barulho do carro de Franklin sendo colocado pra dentro da
garagem. Desligou rapidamente o computador e foi recebê-lo na porta.

    - Olá! Como vai a bebezinha mais linda do mundo? - Disse ele
tomando-a nos braços.

    Alana corou de vergonha.

    - Vá se acostumando, meu amor. a partir de agora e durante o final
de semana todo é assim que vou te chamar.

    Ela apenas sorriu.

    - Bem, - continuou Franklin - como você ainda "está adulta", poderia
me ajudar a tirar as compras do carro? tem muita coisa...

    - Claro, vamos!

    Os dois foram pra garagem e descarregaram as inúmeras sacolas que
Franklin havia trazido. Tinha de tudo ali. Chupeta, mamadeiras, um
enorme estoque de fraldas que daria para meses de uso, brinquedos,
produtos infantis para banho e troca e etc. Guardaram as compras e então
ele falou:

    - Agora vou te arrumar pra almoçar, minha neném. Já não é mais
adulta. Vou te colocar uma roupinha linda que comprei para você.

    Ele então começou a tirar-lhe todas as roupas de mulher, inclusive
jóias. Nessa hora Alana relutou:

    - Tenha cuidado com meus anéis e pulseiras, pois tenho muito ciúme e
medo de perdê-los.

    - Não se preocupe, querida, vão ficar muito bem guardados, mas você
não pode usá-los agora, porque bebês não usam essas coisas. podem
machucar. - Disse,
terminando de remover o último brinco da mulher.

    Guardou-os muito bem em uma caixa e continuou:

    - Agora vem a melhor parte.

    Abriu um dos pacotes de fralda que tinha comprado, pegou o talco e
pomada para assadura e começou a trocar Alanna. Levantou-lhe as pernas,
colocando a fralda por baixo dela, depois passou a pomada para assadura
e por fim, o talco. A sensação de estar sendo colocada em fraldas, o
cheiro do talco e o carinho com que estava sendo tratada fez com que
despertasse as mais vivas lembranças de sua infância. Altomaticamente
ela começou a chupar o polegar como tinha feito na noite anterior. Mas
dessa vez, Franklin falou docemente:

    - Não, não, bebezinha, agora você não precisa mais chupar o
dedinho... só o papai terminar de te vestir e já vai te dar sua chupeta.

    Ela tirou o dedo da boca e sorriu para ele.

    Franklin fechou as fitas da fralda e pegando-a pelo ombro, colocou
sentada
na cama e mostrou-lhe um lindo vestido rosa com florzinhas que tinha
comprado.

    - Alanna sorriu em sinal de aprovação

- Que bom que gostou, minha fofinha! - Disse Franklin já colocando o
vestido nela.
    Ficou uma graça... agora você vai assistir um pouco de desenhos
enquanto papai prepara seu almoço, está bem?

    - Ebaa, eu estou mesmo com muita fome... o que vai fazer, bife com
batata frita? é disso que estou com vontade.

    Franklin caiu na gargalhada.

    - E desde quando bebês sabem o que é isso? Você vai comer uma
deliciosa sopa de legumes que faz muito bem pra alguém da sua idade.

    Alanna fez o biquinho tão conhecido de Franklin.

    - Não faz assim que é feio bebezinha que faz bico. Olha, se você for
boazinha e comer toda a sopinha sem fazer manha, mais tarde papai te dá
uma coisa que eu sei que gosta muito.

    Alanna se animou.

    - O que é?

    - Ah, surpresa... e só ganha se ficar comportada e nada de bico.

    - Tá bom, papai. - Disse ela com a voz mais manhosa que conseguiu
fazer.

    Franklin levou-a no colo para a sala, a deitou no sofá, ligou a televisão em um canal
de desenhos, deu-lhe alguns brinquedos, a chupeta e foi para a cozinha
cuidar do almoço. Alanna ficou segurando um ursinho de pelúcia, olhando
pra televisão e chupando a chupeta fazendo barulho igual a uma
verdadeira bebezinha. Eventualmente, Franklin saía da cozinha e de leve
ia dar uma espiada. Uma hora ela o viu no corredor entre as duas peças e
deu um sorriso de chupeta na boca. Ele correspondeu e jogou-lhe um
beijinho de longe, depois disse:

    - Seu papá já está quase pronto, ok? Só mais um pouquinho.

    Ela respondeu, falando meio enrolado por estar com a chupeta na
boca.

    - Ai tomara que fique pronto logo porque eu tô com muita fominha...

    - Oow, tadinha... espere aí então que já vamos resolver isso.

    Ele voltou depois de alguns minutos com um pratinho e um babador,
ambos com desenho de gatinho. Alanna adorava gatos.

    - Aqui está! Vamos papar, vamos bebezinha?

    Ela se sentou olhando para o conteúdo do prato, não achando muito
bom aquilo, mas se lembrou da promessa que ele havia feito de que se ela
comesse tudo mais tarde teria uma surpreza. Então deixou que ele
colocasse o babador e a tratasse. A sopa até que não estava tão ruim.
Terminando de comer, ela recebeu uma mamadeira de suco de laranja, coisa
que também não gostava muito, pois estava acostumada a tomar
refrigerantes.

    - é essa a surpresa? - Perguntou ela com uma carinha triste.

    - Não, minha bebê dengosa... isso é só pra você tomar depois da
sopa. A surpresa vai ser à tarde, depois da sua soneca.

    - Soneca?

    - Sim, depois do almoço os bebês sempre dormem um pouquinho pra não
ficarem chatinhos mais tarde.

    - Mas eu não quero dormir!

    - óóóó... lembra do que conversamos? Sem manha... ou então perde a
surpresa.

    Ela se calou.

- Venha com papai, vamos nanar. - Disse ele pegando-a no colo e
colocando de volta a chupeta na boca.

    Sentou-se na cadeira de balanço e ficou embalando Alanna e
cantarolando músicas de ninar até que ela pegasse no sono e em seguida,
levou-a pra cama.

Continua, em breve, parte 5 galera!

quarta-feira, 6 de março de 2013

conto fictício escrito por mim! parte 3

    Matutou, matutou e decidiu que jogaria pelo menos mais uns 2 verdes.
Caso não desse certo aí sim contaria.
    Chegou em casa antes dele e foi assistir um pouco de televisão.
Estava tão cansada e preocupada que resolveu tirar um cochilo. Quando
Franklin chegou, encontrou Alanna dormindo no sofá e com calma, foi
chamá-la:

    - Alanna, meu amor, acorde!

    Ela abriu os olhos meio assustada.

    - ah, já chegou, querido?

    - Sim, mas por que você estava dormindo aí no sofá?

    - é que cheguei muito cansada do trabalho e só ia assistir televisão
e acabei pegando no sono, desculpe...

    - Desculpar o que? você não estava fazendo nada de mais, só
cochilando... - Disse ele sorrindo e brincando com os dedos nos longos
cabelos de sua mulher. - Já tomou banho?

    Ainda não... - Respondeu ela com uma voz de sono.

    - Vamos juntos então?

    Nessa hora ela viu mais uma chance de jogar verde. Com um pouco de
manha falou:

    - Você pode me dar banho? estou tão cansada e com o corpo todo
dolorido...

    - Ok, eu posso, meu amor, mas o que está acontecendo? Você não
costuma me pedir isso...

    - Ah, é que hoje realmente eu estou um caco, mas se você não puder
me ajudar eu entendo...

    - Não, capaz, vamos lá que vou te dar banho.

    Subiram as escadas de mãos dadas e chegando lá em cima, Franklin deu
um delicioso banho na esposa como a muito tempo não fazia. Alanna adorou
a sensação. Cada minuto que passava ela gostava mais e mais da idéia
de se sentir dependente. Terminado o banho ele vestiu-lhe um pijama
quente, pois fazia frio e resolveram pedir uma pizza para jantar já que
ela não teve nem ânimo para preparar nada. Após comerem, ficaram
conversando um pouco e depois foram se deitar. A mulher não demorou nem
5 minutos para pegar no sono.

    Lá pelo meio da madrugada começou a chover forte. Alanna sempre teve
medo de chuva e dessa vez não foi diferente. Acordou assustada com um
forte trovão que ouviu e quase que instintivamente se agarrou ao marido.
Franklin, que cochilava, falou como quem não estava entendendo
nada:

    - Ai, amor o que houve?

    - Está trovejando muito e eu estou com medo.. por favor, me deixa
ficar assim com você... - Disse ela o abraçando mais.

    - Mas são só trovões, querida, não tem nada...

    - Mas você sabe que eu sempre fui medrosa. Poor favooor, me
protege! - Pediu ela enchendo os olhos de lágrima.

    - Está bem, fique calminha, vem aqui, vem.
    Ele a puxou pra bem junto de si e ficou fazendo carinho. Alanna
gostou tanto daquilo que meio sem pensar, começou a chupar o polegar. O
marido vendo isso, perguntou:

    - Por que está com esse dedo na boca?

    Se fazendo de desentendida ela respondeu:

    - Han? Não é nada, só fui tirar um pedacinho de unha
quebrada... Já saiu...

    - Tem certeza? Olha só, eu ando notando que você tem tido alguns
comportamentos estranhos... ontem no jantar me pediu pra te tratar na
boca, hoje no café comeu papinha de bolacha, à noite me pediu pra te dar
banho e agora te vejo chupando esse dedo? Me diga o que está
acontecendo...

    Nesse momento ela se levantou e olhou bem nos olhos dele:

    - Franklin, primeiro quero que me desculpe, mas ontem você esqueceu
seu notebook ligado sobre a mesa de centro quando saiu com pressa para
aquela reunião e eu só ia desligar, quando olhei pra tela, vi uma foto
de uma mulher usando um pijama com desenhos infantis e chupeta e fiquei
encafifada. Então fui tentar descobrir de onde você tinha
tirado aquilo e...

    Ele arregalou os olhos:

    - Você mexeu em meu computador?

    - Calma amor! Eu sei que fiz mal, a final, nunca tive motivos para
desconfiar de você, só que aquela foto me deixou intrigada e eu fui
olhar as outras e vi que eram todas muito parecidas. O que aquelas
imagens representam pra você? Por que as tem guardadas?

    Franklin, se aproximando mais dela e tomando-lhe as mãos, falou:

    - Querida, eu nem sei como começar, mas o fato é que desde que
soube que não poderíamos ter filhos eu me senti muito chateado.

    - Eu sei, meu anjo. Continue...

    - Mas um dia, pesquisando algumas coisas na internet eu achei por
acaso um site que tinha várias fotos como as que você viu, então resolvi
investigar e descobri o infantilismo e comecei a gostar da idéia.
Imaginei que seria legal ter alguém, nem que fosse um adulto pra cuidar
como uma criança, mas não sabia como te dizer... achei que fosse me
chamar de louco...

    Alanna soltou as mãos dele e o abraçou.

    - Sabe, nos primeiros minutos em que vi aquilo também me assustei,
mas depois comecei a pensar melhor na idéia e queria te dizer
que... - Ela fez uma pausa.
    - Bom, se é isso mesmo o que você quer, aceito ser sua bebezinha...

    O marido abriu um largo sorriso.

    - Minha linda, não sabe a alegria que está me dando em me dizer
isso... claro que quero.. amanhã mesmo vou fazer umas compras e arrumar
tudo o que precisamos...

    Os dois se abraçaram em sinal de comemoração e voltaram a dormir.

Continua! Ah, como sempre quem quiser, pode dar idéias pra parte 4!

segunda-feira, 4 de março de 2013

conto fictício escrito por mim! parte 2

    E assim fez.

    Quando Franklin chegou do trabalho à noite ela estava cortando
batatas para fazer purê para o jantar. Ela então se fez de distraída
quando ele chegou perto e assim que ele pôs a mão no ombro dela ela
fingiu levar um susto e provocou um pequeno corte com a faca no dedo
fazendo sangrar um pouco. Ele vendo aquilo começou a dizer:

    - Ah, meu amor, me desculpe, não vi que você estava com uma faca na
mão, não queria ter te assustado...
E pegou a mão da esposa e começou a olhar o corte.
    Alanna aproveitou a oportunidade para pôr em prática a primeiríssima
parte de seu plano. Com voz meio infantil falou:

    - Ai ai ai, poxa vida... cortei meu dediinho.. tá doendo muuito, não
aperta que dói...

    - oow, tadinha, vamos fazer um curativo? Eu já volto...

    Franklin subiu para o quarto correndo, sem olhar para os lados e 2 minutos depois voltou com um pequeno
curativo.

    - Pronto, me dê aqui a mãozinha, vamos resolver já esse problema.

    Ele fechou o curativo e depois deu um beijinho no dedo de Alanna.

    - Certo, agora esse dodói sara!

    Ela começou a rir e então falou:

    - Bem, tenho que terminar de cortar aqui se não o jantar não fica
pronto.

    - Quer que eu faça isso? Com esse curativo acho que vai ser meio
difícil... - Disse ele pegando a faca da mão dela.

    Então Alanna se afastou, deixando-o terminar o trabalho.

    Quando as batatas já estavam todas cortadas ela disse:

    - Agora eu posso fazer o resto.

    - Bom, se você quiser eu faço o purê... eu consigo.

    - Ok, mas vou ficar aqui caso você precise de algo.

    Enquanto ela assistia ele preparar o jantar, tentava pensar em
outras idéias para continuar executando seu plano. Assim que o purê
ficou pronto ele disse:

    - Hum, pelo menos está cheiroso, só não sei se ficou igual ao seu.

    - Ah, só provando pra saber... - Disse ela com um sorrisinho.

    - Então vou dar a primeira prova para você, minha linda. - Ele disse
já pegando uma colher e enchendo-a.

    - Colocou na boca de Alanna e assim que ela terminou de engolir,
falou:

    - Ficou ótimo! E com você me dando na boquinha, melhor ainda.
Ela falou fazendo um biquinho.

    - Hum, gostou, é? Quer que eu te trate assim?

    - Siim, por favor... - continuou ela com a voz infantil.

    Ele então pegou um prato, colocou um pouco do purê e se sentou na
frente dela para tratá-la. Alanna estava gostando de ganhar comida na
boca. Desde os 6 anos de idade que não tinha mais esse tratamento. Se
sentiu uma criança outra vez, mas precisava ir com calma. Ainda não era
a hora de revelar que já sabia do segredo de seu marido em querer
tratá-la como uma bebezinha. Continuaria agindo discretamente.

    Após terminarem o jantar, limparam a cozinha e foram se preparar
para dormir. No dia seguinte Alanna levantou primeiro, se arrumou para o
trabalho e foi preparar o café da manhã. Ali, teve outra idéia.

    Encontrou um pacote com bolachas de leite e se lembrou de que quando
era criança costumava fazer papinha misturando bolacha, leite e
achocolatado. Isso dava um sabor especial. Então preparou sua mistura e
quando estava tirando do microondas, Franklin apareceu na cozinha.

    - Nossa, já está aí, querida? E o que é isso que está comendo?

    Alanna olhou inocentemente para o marido e disse:

    - Papinha de bolacha... desde que eu era criança não comia mais isso
aí achei esse pacote de bolachas de leite e resolvi fazer para matar as
saudades...

    Ele deu uma risada e depois disse:

    - Ah, mas isso é comida de bebê.

    Aproveitando a deixa Alanna respondeu:

    - Então eu sou uma bebezinha! - E começou a comer.

    Franklin riu de novo. Agora Alanna se perguntava se ele já estava
desconfiado de seus comportamentos.

    Foi para o trabalho naquele dia pensando se continuaria deixando
pistas ou se era melhor contar de uma vez. Não estava tendo mais
idéias para jogar indiretas e nem gostava muito disso também. Mas o caso
aqui era que estava sem jeito e com vergonha de dizer ao marido que se
ele quisesse podia fazer dela uma bebezinha e se sentia culpada de ter mexido em seu notebook. Ele nunca dera motivos para ela desconfiar e ela sabia disso, mas
por outro lado, se contasse podia dizer que quando foi desligar o aparelho era a tal foto que estava na tela e isso a fez tomar um susto. Mal conseguia prestar atenção

ao trabalho


estou
aceitando idéias para continuar, pessoal! Podem dar sugestões....

domingo, 3 de março de 2013

conto fictício escrito por mim!

oioioi galerinha! nossa, esse bloguinho aqui estava desatualizado já há um tempão, não é? mas agora estamos de volta com um conto que eu mesma escrevi! este não é real. Então, qualquer semelhança com alguma coisa, mera coincidência! Espero que gostem e comentem pra que eu possa continuar. beijinhos da bibi!

história de Franklin & Alanna parte 1

    Franklin e Alanna estavam casados há 2 anos, ele com 29 e ela com 26
anos de idade. Ambos trabalhavam e ganhavam bem, levavam uma vida
relativamente boa. Mas lhes faltava uma coisa. Um filho. Devido a um
problema com Alanna eles não conseguiam ter. Os médicos diziam que se
ela engravidasse seria muito arriscado e talvez tivessem que escolher
entre salvar ela ou a criança. Sendo assim tentaram a adoção, mas como
só haviam crianças maiores na fila e eles queriam um bebê, não
aceitaram. Alanna se conformou, já que sempre foi uma mulher que
acreditava que se as coisas não aconteciam eram por alguma razão.
Franklin que não parecia aceitar bem a idéia. Por várias vezes sua
esposa o encontrou sentado no sofá com um olhar triste
tomando uma xícara de café. Ela o amava muito e não queria vê-lo sofrer.
O desejo de ter um filho era mais forte nele do que nela.

    Então Alanna tentava pensar se era possível achar algo que pudesse
animá-lo. Um dia, com pressa de sair para uma reunião de trabalho,
Franklin esqueceu seu notebook ligado em cima da mesa de centro. Alanna
ia apenas desligá-lo quando olhou para a tela e ficou sem saber o que
pensar do que viu. Era uma imagem de uma mulher usando uma chupeta e com
um pijama com desenhos infantis mas em tamanho adulto. Ficou olhando pra
aquilo meio assustada. Então resolveu olhar mais um pouco das fotos que
Franklin tinha salvo no computador e viu que eram todas muito parecidas.
Mulheres vestidas de bebê. Ainda sem entender ela se perguntava de onde
ele havia tirado aquilo e então resolveu fazer algumas pesquisas na
internet e descobriu o infantilismo. Passou horas e horas lendo e
olhando fotos e começou a imaginar se Franklin queria tê-la como bebê já
que não poderiam ter filhos. Começava a gostar do pensamento de ter o
marido lhe cuidando como se fosse uma criança pequena. Pensava que se
ela topasse ser sua "filhinha" talvez ele aceitasse mais a idéia
de que não poderiam ter filhos verdadeiros. Queria falar
sobre isso com ele, mas tinha medo que ele achasse que ela invadira sua
privacidade mexendo em seu notebook, mas por outro lado, eram casados e
ele não deveria ter segredos com ela. Então Alanna começou a pensar em
uma idéia. Quando ele estivesse por perto ela poderia ter alguns
pequenos comportamentos infantis que serviriam como indiretas. Esperava
que esse seu plano desse certo e que um dia ele entendesse o recado.
Naquele dia mesmo já começaria a agir.

Continua! a, e perdoem os errinhos que possam ter...