sexta-feira, 8 de março de 2013

conto de Franklin e Alanna! parte 5

    Um pouco mais tarde ela acordou e, meio mole, olhou no celular que
estava em cima da mesa de cabeceira e viu que eram quase 4 horas. Sentia
muita vontade de fazer xixi devido à mamadeira que tinha tomado e se
lembrou que usava uma fralda, mas não conseguia fazer. Pensou que se só
dessa vez usasse o banheiro não haveria problema, a final não estava
acostumada. Depois falaria com Franklin. Levantou-se e tomou o rumo do
banheiro, mas quando estava quase chegando lá, encontrou-o no corredor.

    - Ih, parece que a bebezinha já acordou, né? E por que não chamou o
papai? - Disse ele segurando Alanna pelas mãos.

    - é que estou com muita vontade de fazer xixi mas não consigo fazer
na fralda e pensei que só dessa vez podia usar o banheiro...

    - Mas meu amor, a fralda serve pra isso mesmo e se você usa uma, é
nela que tem que fazer, porque um bebê é assim.

    - Mas não vai... eu não consigo...

    - Consegue sim, quer ver?

    Ele a levou de novo pra cama e deitou-a de barriga para cima. Ficou
massageando-lhe a região da bexiga e brincando com ela afim de
distraí-la. Como já estava bem apertada, não demorou muito para que
sentisse o líquido quente enchendo a fralda. Sua primeira reação foi
corar de vergonha por estar fazendo algo que não era comum a uma
mulher da sua idade e isso a fez encher os olhos de lágrima. Quando
Franklin viu, começou a dizer:

    - O que foi? Por que a neném tá chorando? Já fez, foi? Não precisa
chorar, papai vai trocar essa fraldinha pra minha fofinha não se assar e
depois tem a surpresa, lembra?

    Nessa hora ela parou de chorar e abriu um sorriso.

    - Isso, é assim que papai gosta! Uma bebezinha tão linda como essa
não precisa ficar tristinha, né?

    Ele então pegou o que ia precisar para a troca e começou a levantar
o vestido de Alanna. Logo após, abriu a fralda e viu que estava bem
molhada.

    - Hum, tava com bastante vontade mesmo, hein? - Disse isso e começou
a fazer cóssegas na barriga dela.

    Alanna riu como uma criança.

    - aaah, que risada gostosa! Bom, vamos terminar logo porque sei
que tem alguém aqui louca pra ganhar a surpresa...

    Ele então limpou-a com lenços umedecidos, depois passou a pomada, o
talco e pôs a outra fralda.

    - Pronto, agora vamos pra cozinha.

    Pegou-a no colo e foram. Lá chegando, Franklin sentou-a em uma
cadeira e começou a preparar uma mamadeira de chocolate quente do jeito
que ela gostava. Quando viu aquilo, a "bebezinha" ficou com água na
boca.

    - Que surpresa boa, hein? Eu amei!

    - Que ótimo! Viu como as bebês boazinhas acabam sendo recompensadas?

    Ele a levou para o sofá e deu-lhe a mamadeira,
segurando-a. Quando Alanna terminou de mamar ele disse:

    - Agora tem que arrotar. - E colocou-a sentada em seu colo.

    - Han? Você sabe que eu morro de vergonha, isso é falta de educação!

    - Não para um bebê. Agora vamos, arrote pra não doer a
barriguinha depois.

    Começou a dar tapinhas de leve nas costas dela até que ela fez
o que ele pediu.

    - Ok, muito bem! Agora vamos brincar um pouco até a hora do seu
banhinho.

    Brincaram de pega-pega e esconde-esconde como duas crianças. Alanna
viu o quanto o marido se divertia. Não lembrava de tê-lo visto tão feliz
em todo tempo que eram casados. Ele parecia se esquecer de que na
realidade era sua esposa, uma adulta de 26 anos de idade que estava ali
brincando como uma bebê de 1 aninho. Ficaram horas assim até que Alanna
sentiu a barriga apertar, dessa vez para fazer o número 2. A vergonha
tomava conta só de pensar na sensação de ter algo mal cheiroso em sua
fralda. O que Franklin ia dizer? Será que aí ele não ficaria com nojo?
Tentou segurar o máximo que pôde, mas as cólicas aumentavam a cada
minuto e já não dava mais para controlar. O cocô começou a encher-lhe a
fralda e Alanna se pôs a chorar de vergonha, pânico, tudo misturado.
Franklin vendo aquilo tomou-a nos braços e perguntou:

    - O que houve? é alguma dor que está sentindo?

    Ela não conseguia responder, apenas olhava pra baixo.

    Ele então puxou-a para mais perto e falou:

    - Hum, que cheirinho é esse, hein? Será que tem uma bebezinha aqui
que precisa ser trocada?

    Nesse instante ela sentiu mais vergonha ainda e queria se esconder.
Chorou mais alto.

    - Calma, meu amor, não foi nada, vamos lá tomar um banhinho, já
estava na hora mesmo... não precisa ficar com vergonha, viu? Papai te
ama muito, ainda que esteja com caquinha.

    Ela achou engraçado o comentário e acabou rindo por cima das
lágrimas.

    - Quem é a neném linda do papai? - Franklin perguntou fazendo
cóssegas no pescoço de Alanna.

    - E-eu? - Respondeu ela meio sem graça.

    - Claro que é você. E quem mais seria? hum?

    Sem mais delongas ele a deitou de novo e começou a despi-la para o
banho. Tirou o vestido e com todo cuidado, abriu as fitas da fralda.

    - Nossa, neném esvaziou a barriguinha! - Disse, limpando-a com a
frente da fralda e depois com um monte de lenços umedecidos.

    Levou-a para o banheiro, encheu a banheira e enquanto a lavava,
deu-lhe alguns brinquedos para brincar na água. Alanna nunca teve uma
hora de banho tão divertida. Ambos se molharam. Quando terminaram,
Franklin vestiu nela um pijama com desenho de ursinhos e deixou que
assistisse mais um pouco de desenhos até ele preparar o jantar que era
outra sopa só que com feijão e alguns pedacinhos de frango desfiado. Alanna
comeu, ficou mais um pouco no colo, ele contou-lhe histórias e ela
acabou adormecendo com a chupeta na boca.

Continua! na parte 6 eles vão dar um passeio!

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