Diga lá galera! E aí tudo bem? Vamos pra parte 5 do nosso conto? Ah, tenho um recado pra dar pra vcs. Nos comentários não rolou muito mas uma galera me falou em off e no face que quer que Thomas e Alessia se conheçam sim, então como a voz do povo é a voz de Deus rsrs eles vão se encontrar em uma aventura que promete! Quem tem saudades da Italianinha de 13 anos e seu papai Matteo, os verá de volta! rsrsrs então vamos pro Thomas.
THOMAS
Tudo estava ficando cada vez mais esquisito. Mamãe nunca me proibiu
de ver a sacola de compras e dessa vez quase me bateu quando fui pra
perto... eu precisava descobrir o que havia por trás daquilo. Minha
intuição de garoto dizia que algo ia mudar, mas não era de tudo uma
sensação ruim, sei lá, não sabia explicar. Fiquei lá no meu quarto
matutando, sem conseguir chegar a conclusão nenhuma. Lá pelas tantas,
senti o cheiro de batatas e outros lanchinhos fritos que eu adorava
vindo da cozinha.
- Thomas, está na mesa, querido!
- Já vou, mamãe.
Saí do meu quarto decidido a prestar atenção a qualquer detalhe.
Hoje eu descobriria o que estavam tramando.
- Sente-se, amorzinho, mamãe preparou um prato especial pra você,
todos os seus lanchinhos favoritos!
- E aí, filho? Tudo certo? Como foi o dia?
- Tranquilo, pai... nossa, a mamãe dificilmente me deixa comer essas
porcarias no jantar como ela mesma chama, não é?
- Ah, anjinho, esquece isso, hoje pode, é um dia especial.
- Não sei de onde... é alguma promoção ou coisa assim? - Falei
tentando forçar um sorrisinho, mas na verdade estava era nervoso.
- Não, Thomas... ai que mente fértil... só quis te agradar, se não
quiser, não coma... como ninguém mais gosta eu...
- Pare com isso, mamãe! Não exagera também, né? Apenas estou sem
entender, mas ok, vou comer porque o cheiro está muito bom...
Nem falamos mais nada. Sentamos e começamos a jantar. Realmente os
"agrados" estavam uma delícia e eu comi tudo.
- Olha só, limpou o prato! Cuidado pra não ter uma dor de barriga,
viu? hahaha
Não entendi ao mesmo tempo que não gostei da piadinha enigmática de mamãe.
- Comi o mesmo tanto de sempre, nem mais, nem menos.
- Eu sei, queridinho, foi só uma brincadeira... ai, Thalia, para...
- Ela falou dando uns tapinhas na cabeça que a fizeram parecer engraçada.
- Thomas, pode ir pro seu quarto, eu ajudo sua mãe a arrumar tudo
aqui.
- Certo, pai, então até mais.
Me despedi deles e fui. Tinha uns deveres escolares pra fazer, então
resolvi adiantá-los. Estava bem tranquilo lá trabalhando quando senti
minha barriga apertar de todos os lados, tanto 1 quanto 2.
"Ai, ai de mim... será a piadinha de mamãe fazendo efeito?" Pensei
comigo enquanto me contorcia na cadeira tomando cuidado pra não causar
um acidente ali mesmo. "Não, nada a ver, aquilo foi só brincadeira,
paranoia minha..."
- Ai, ai que vai ser uma desgraça! - Gemi me levantando com
dificuldade e indo pro banheiro, mas a porta estava trancada.
- Não, não pode ser! Quem está aí?
- Sou eu, filho! - Era meu pai.
- Vai demorar? Pelo amor de Deus eu estou apurado!
- Não sei, também estou no... na...
- Tá, ok, já entendi... ai ai...
Fiquei ali gemendo e me contorcendo por uns 3 minutos e nada do meu
pai sair... por que nossa casa tinha que ter só um banheiro? Mas não deu
pra segurar, tudo saiu ali mesmo. Eu na hora só gritei.
- Aaaaafff, que horror! Olha o que me aconteceu, que nojo!
Mamãe veio correndo de onde estava.
- O que houve, querido???!!!
- Me... me sujei, credo! Papai estava no banheiro e...
- Tá bom, não precisa explicar... ai Math, por que não deixou o
menino entrar?
- Eu estava sentado na...
- Ok, já entendemos, agora olha só, o coitadinho se sujou todo!
- Nossa, é mesmo? Que coisa! Isso acontece, filho...
- Não comigo... - eu esbravejei.
- Olha, mamãe vai te ajudar a se lavar, é o mínimo que posso fazer.
- Eu consigo me limpar sozinho, mãe, não preciso de ajuda...
- Ah, filho, mas eu quero te ajudar, isso vai fazer com que se sinta
melhor e...
- Certo, a tragédia já aconteceu mesmo, né? Então que seja...
Ela me ajudou a tirar a roupa, me limpar e tomar um banho e não sei,
mais uma vez lá no fundo, gostei disso. Eu estava sendo tratado de forma
meio infantil, porém ao contrário do que deveria ser, não estava me
sentindo mal por isso. Estranho, geralmente os garotos da minha idade
muitas vezes não tem nem contato físico com a mãe de vergonha... mas eu me achava diferente, não sei se pelo jeito dengoso dela comigo,sempre me senti o bebê da mamãe... bebê? Ai meu Deus o que é que
eu estou falando?
- Pronto, amorzinho, está limpinho de novo, viu? - Mamãe interrompeu
meus devaneios após terminar de me dar banho. - Já deixei um pijama
arrumadinho aqui pra você.
- mas deixa que eu me visto sozinho agora... - Falei meio sem jeito.
- Está certo. Qualquer coisa se der outra crise só me chamar, ok?
Demos um beijo de boa noite e ela saiu do meu quarto, apagando a luz
e eu me deitei, pensando em tudo que havia acontecido naquele dia.
CONTINUA!!! E aí galera? Comentem mais!
5 comentários:
Ahhh tava tao interesante
poste logo a proxima parte tá muito legal ! espero ansiosa !
e já que vai juntar os dois contos pq não faz os pais das crianças se conhecerem comprando fraldas e acessorios para seu filhos ?
Baby nina, aguarde os próximos acontecimentos rsrs só adianto que as famílias vão se encontrar sim mas não posso dizer mais nada ^^
tá mais n demore muito para postar ! rsrs
Adoro seus contos e tenho sempre visto esta site por muito tempo, PF continue com os contos. Ass: mrvtr56@gmail.com
Postar um comentário